Triimmm.. O despertador toca. Abro os olhos lentamente. Levanto num salto. A noite que se vai e os primeiros raios de sol espelhados no céu. Roupa, café, lavo o rosto tentando melhorar a cara de sono. Pego o meu companheiro de todo dia, que me depesperta, me faz ficar feliz, pensativa e que me conhece melhor que ninguem, esqueço tudo e absorvo somente o que cada verso e cada nota tem pra me passar, as vezes nessa uma hora de "saculejadas" do onibus embalada por vários músicos deixo meu olhos se fecharem, como resultado da vida corrida e do pouco tempo para os sonhos, refaço mentalmente o meu dia e coloco as prioridades em dia. Chegando na escola, que antigamente para mim era o meu lugar mais feliz depois de casa, hoja pra mim é uma prisão. Uma mistura de pessoas diferente, sinto-me deslocada. Meu pensamento e expectativa de vida são tão diferentes, que faço uma lista em meio aos meu devaneios quem são meus amigos. Desisto de pensar nisso e resolvo descontar todas as minhas frustrações, e me acalmar para aguentar o resto do dia indo pro pa-kua. Lá eu me acho, sou quem eu deveria realmente ser, decisões precisas e seguras, firmes que não machucam ninguém e cada vez mais chega mais busca a perfeição. Cansada mentalmente e fisacamente caminho rapidamente, sintindo o vento e absorvendo o pouco sol que eu consigo e vou para a segunda tortura do dia. Faço o que me é pedido, mas não tenho como enganar não nem com vontade e nem com incentivo, mais uma vez penso que este não é meu lugar. Chegando o final do meu turno encontro paz na mais uma hora "saculejante" que me ajuda a por a idéias no lugar e me faz acda vez mais ser apaixonada pelas letras e melodias que presenteiam e melhoram o meu dia-a-dia. Nem o conforto do meu lar ja me é suficiente, nem a ligação do namorado atencioso e amoroso me conforta mais. Indecisão, confusão de sentimentos, vontade de sumir, sonhos de criança desfeitos, muitos erros cometidos e repetidos, desilusões do primeiro contato com a vida adulta. Ao final do dia, com a minha cabeça no travesseiro chego sempre a seguinte conclusão, ou eu faço uma máquina do tempo e volto aos meus adorados 15 anos, ou espero que passe rápido esses antigamente tão esperados e hoje angustiantes 18 anos.
sábado, 18 de julho de 2009
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Uma história interessante, achei que estava lendo um livro da Stephenie Meyer, por um instante...
ResponderExcluirUm blog pode ser um diário, por que não...
Escreve super-bem...
Tchaw Lali...